segunda-feira, 31 de agosto de 2015

PARE DE RECLAMAR OU RECLAME, VOCÊ QUE SABE!





Uma nova semana começando, um novo dia, último dia do mês de agosto....hunmmm, dá uma sensação de tempo voando....

Meus dias começam cedo, acordar, levar as meninas na escola, cuidar o que tomo no café da manhã..
Chego no consultório antes, bem antes, do horário que começo meus atendimentos, ai aproveito para ler meus emails, ver algum coisa nas redes sociais, acompanhar as páginas no Youtube, fazer alguma aula de algum curso online (estou sempre fazendo alguma coisa).
Hoje, recebi um e-mail do Seiiti Arata, da Arata Academy, sobre o porque das reclamações que fazemos no dia a dia. Uma visão bem interessante, se você fica inquieto com o tema, sugiro que veja o vídeo que ele propoz sobre isso, é uma visão que eu não conhecia, pelo menos.

Tenho pensado, refletido, sobre duas coisas, as reclamações, a pressa; por isso resolvi trazer este assunto... a pressa vou deixar para outro momento.

Porque se reclama afinal?

Observei que eu reclamo quando não estou atenta, consciente, do que estou falando, fazendo. Naqueles momentos que estou focada em um trabalho, quando estou com pressa, ou quando não estou prestando atenção ao que sai da minha boca em palavras. É um exercício difícil de realizar, porque as vezes nem lembro que tenho que parar de reclamar.
Claro que existem reclamações necessárias, mas por exemplo, o que eu ganho reclamando do tempo, do clima? 

Seiiti Arata fala da responsabilidade em resolver o problema, mas tranquilamente manifesta também que, se se quer continuar na reclamação tudo bem, é uma escolha pessoal, desde que se esteja disposto a aceitar as consequências. Eu estou disposta a aceitar a responsabilidade em resolver os focos da reclamação diária...
(Tem gente que não vai ver o vídeo... então vou colocar as três perguntas que ele traz: 1. Quais são as necessidades por trás de minhas queixas? 2. Além de reclamar o que mais eu posso faze para satisfazer essas necessidades? 3. Qual o esforço, empenho, preço, que terei de fazer, pagar, para realizar as coisas que listei como soluções, ou uma delas, para as minhas necessidades?)

Outro autor que também traz algo sobre o assunto é T. Harv Eker, ele traz que é a posição da vitima, e que é a pior coisa que se pode fazer pela saúde e pela riqueza pessoal, porque traz que aquilo que se focaliza, se expande. É uma forma de tratar da lei de Atração. Harv Eker, já é mais taxativo e diz que é porque a gente reclama que as coisas não são como gostaríamos; e propõe que fiquemos 7 dias sem reclamar de nada , nem mentalmente, e observar o resultado. Não sei se dá certo porque nunca consegui ficar 7 dias sem nenhuma, nenhuminha, reclamação....

Deu pra entender que eu tô falando do MIMIMI, e não de buscar o que é justo, certo, que não é das reivindicações acertadas e pontuais, necessárias, imprescindíveis, para a vida ir pra frente? Pois então, é do MIMIMI que eu estou falando. 

A ciência que estudo, a Logosofia, também trata sobre esse assunto ensinando a conhecer os pensamentos que estão na mente de cada um, ensinando a cada um conhecer a si mesmo e a estar atento aos movimentos que ocorrem na mente antes de manifesta-los. Ai entendo que é uma chave, uma forma de conseguir ficar os 7 dias sem reclamar e depois, muitos outros dias mais, e também a forma de poder decidir à luz da consciência se se quer ser o responsável pela própria vida ( algo que a Logosofia também tem me ensinado), ou se quero ficar reclamando, afinal a escolha sempre é minha.

E ai? Qual sua posição? Reclamo, ou deixo de reclamar?
Eu estou tentando, deixar de reclamar, colocar uma energia um pouco mais positiva no meu dia a dia, ser responsável pela minha vida, totalmente e sempre. É um esforço grande, mas eu acho que vale a pena!
E você o que acha?

É o que temos pra hoje!!!!
Bjim